Nilópolis recebe o Selo Mais Mulher

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Foto: Divulgação

O município de Nilópolis recebeu nesta quarta-feira (04) o Selo Mais Mulher. O timbre é concedido pela Secretaria de Estado de Direitos Humanos e Políticas para Mulheres e Idosos, através da Subsecretaria de Políticas para Mulheres, às prefeituras que possuem atividades de prevenção e combate à violência contra a mulher, além de incentivar outras cidades a também adotarem políticas públicas voltadas para o público feminino.
Dentre as principais ações implementadas para aquisição do selo, está a implantação de Organismos de Políticas para as Mulheres (OPMs), a fim de possibilitar a realização de ações de prevenção e combate à violência através da criação de serviços próprios de atendimento à mulher e parcerias regionais.
O secretário de Direitos Humanos, Átila Alexandre Nunes, em seu discurso lembrou a importância da valorização do reconhecimento aos municípios amigos das mulheres. “Todas que estão aqui são apaixonadas pelo que fazem, só que precisamos transformar e canalizar essa paixão em algo que vai ficar para as próximas gerações; então a ideia do selo é que possamos fazer a certificação do município que está oferecendo esse serviço, dentro das melhores práticas. E, que melhores práticas são essas? São práticas que foram entendidas através de diversas conferências e congressos pelo Brasil. O nosso papel é, de um lado, dar a certificação e do outro incentivar através das ferramentas que a secretaria tem em mãos”, disse.

Além de Nilópolis, os municípios de Queimados, Volta Redonda e Mesquita foram os primeiros a receber o Selo.
A subsecretária de Cidadania e Direitos Humanos e coordenadora da Casa da Mulher Nilopolitana, Profª Nilcéa Clara Cardoso, e Pedro Henrique Tavares, representaram o prefeito Farid Abrão no evento de lançamento. “Este selo reconhece quanto o governo Farid Abrão se preocupa com os temas ligados à mulher. Estamos trabalhando com diversas frentes, mas prioritariamente com o atendimento à mulher vítima de violência, o empoderamento, a valorização e a igualdade”, resume Profª Nilcéa Clara Cardoso.

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