Max Lemos pode ficar fora da disputa eleitoral de 2020

O ex-prefeito Max Lemos é acusado de autopromoção no governo/Reprodução/Internet

O ex-prefeito Max Lemos é acusado de autopromoção no governo/Reprodução/Internet

Assim como seus padrinhos políticos Jorge Picciani e Sergio Cabral, o deputado Max Lemos pode ter seus direitos políticos suspensos pela Justiça. É o que está sendo pedido pelo Ministério Público em ação ajuizada pela 3ª Promotoria de Justiça de Tutela Coletiva de Nova Iguaçu, em tramitação, em tramitação na 2ª Vara Cível de Queimados.
O MP requer que o réu seja condenado ao pagamento dos danos causados ao erário de Queimados por conta das publicações ilícitas feitas no período em que ele governou a cidade.
A ação civil pública por ato de improbidade administrativa foi ajuizada a partir de inquérito civil apurou notícia de promoção pessoal do então prefeito, por conta de publicação de matérias autopromocionais citando realizações de sua administração à frente da municipalidade, no site da própria Prefeitura.
Confirmados pela investigação, os atos geraram o ajuizamento de medida judicial eleitoral junto ao Juízo Eleitoral de Queimados, com cópias à 3ª Promotoria de Justiça de Tutela Coletiva – Núcleo Nova Iguaçu.
Na Justiça Eleitoral, Max Lemos já foi condenado em definitivo ao pagamento de multa de 20 mil UFIRs.
O Ministério Público está pedindo a suspensão de direitos políticos dele, o que se for determinado pela Justiça pode tirar Max Lemos das disputas eleitorais por até oito anos.

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