Mais ’emergência’ no forno em Nova Iguaçu

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Foto: Reprodução

A Nova Iguaçu Indústria de Emergências S/A, que já produziu contratos emergenciais que somam cerca de R$ 100 milhões, pode estar fabricando mais um, desta vez para a Secretaria Municipal de Assistência Social e, segundo uma fonte ligada ao governo, a Prime Administração e Serviços – que já presta serviços nas redes de Saúde e Educação sem ter vencido uma licitação sequer – poderá levar mais essa, aumentando seu faturamento no município governado pelo prefeito Rogério Lisboa.
É que o Pregão Presencial 006/2017, do Fundo Municipal de Assistência Social, marcado para o dia 16 de agosto foi suspenso depois de o Tribunal de Contas do Estado apontar irregularidades no edital, o que levou o prefeito a anular o certame, aberto para terceirizar o recrutamento de funcionários para as portarias das unidades geridas pelo SMAS. Este foi o sexto edital com irregularidades apontadas pelo TCE, erros repetidos que provocam o adiamento da licitação e dá ao governo o motivo que ele precisa para renovar os contratos emergenciais já firmados e homologar outros, como o que já estaria sendo providenciado desde a semana passada, com o valor de cerca de R$ 850 mil e validade de seis meses. O valor estimado da licitação é de R$ 1.780.337,60 e o termo de cancelamento foi assinado pelo prefeito no dia 25 de setembro e publicado dois dias depois no diário oficial, com a Prefeitura alegando “falhas procedimentais”.

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