Hospital da Posse corre o risco de fechar as portas

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O popular Hospital Geral de Nova Iguaçu, mais conhecido como Hospital da Posse, passa por uma situação tão delicada que corre o risco de fechar. O prefeito Rogério ‘Malvadeza’ confirmou que não tem como manter uma das principais emergências da Baixada e a maior do município caso não receba mais ajuda do governo federal, o que seria um enorme desastre a população.

Logo na entrada do hospital, o problema aparece. Sobrecarregado por diversos atendimentos, a superlotação oriunda da demora no atendimento aos pacientes revolta os acompanhantes. As cirurgias eletivas, que deveriam ser feitas na unidade, foram suspensas e apenas casos gravíssimos passam por procedimento cirúrgico, um drama enfrentado por médicos e pacientes.

Na emergência do hospital, quando as ambulâncias chegam, os pacientes vão para um espaço até receber a medicação e a avaliação médica. A direção do hospital diz que esse processo poderia acontecer em uma sala separada, com mais conforto e qualidade no atendimento, mas a situação delicada não permite que esse atendimento com ‘um pouco mais de conforto’.  A enfermaria de apoio da emergência tem o dobro dos pacientes e falta estrutura.

“A espessura do colchão é dessa finurinha, então não tem conforto nenhum. Não tem conforto e ela está com muito frio e o quadro dela é de pneumonia. A tendência é piorar”, disse Alessandra Botelho da Silva, que acompanhava uma paciente.

No estoque de insumos, onde ficam os materiais como luvas, gazes e outros produtos indispensáveis para o dia a dia de um hospital, as prateleiras estão quase vazias. Segundo a direção do hospital, a farmácia tem apenas 60% do estoque de remédios.

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