Conig dá uma 'mãozinha' para bandidagem

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Horas após a suposta tentativa de assalto, o Hora H entrou em contato com a Prefeitura de Nova Iguaçu para solicitar imagens das câmeras de monitoramento do Centro de Operações de Nova Iguaçu (CONIG), que podem ter registrado a movimentação dos suspeitos depois do ataque ao policial militar em frente ao prédio do Hora H.

Mas, infelizmente, o órgão comandado pelo secretário de Transporte, Trânsito e Mobilidade Urbana, Rubens Rodrigues Borborema, prestou um desserviço ao trabalho de apuração do jornal ao mesmo tempo que colaborou para a fuga dos criminosos, que fugiram em direção ao viaduto da Dr. Barros Júnior, onde há câmeras instaladas. O diário da Baixada recebeu como resposta que não seria possível a cessão das imagens, exceto através de uma ordem judicial.

Impressiona o fato da Conig adotar tal postura quando informa que o centro está integrado para dar uma “resposta imediata às ocorrências”, seja policial, acidentes naturais como deslizamentos e de trânsito. O Centro de Operações custou aos cofres do governo federal R$ 3,6 milhões, com contrapartida de R$ 700 mil da Prefeitura. No total são 76 câmeras espalhadas por pontos estratégicos, mas que funcionam mais como indústria de fabricar multa, ao monitorar 24 horas acidentes e infrações no trânsito, do que como sistema de segurança para registrar a ação da bandidagem.

“Esse Borborema deveria pegar todos os postes com câmeras de monitoramento e sentar em cima ou enfiar no olho do c…”, disse um motorista que já foi assaltado diversas vezes no Rancho Novo.

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